Fumaça

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O episódio que vos trazemos esta semana, tem como convidado o Professor António Sampaio da Nóvoa, candidato às eleições presidenciais em 2016, e antigo reitor da Universidade de Lisboa.Durante 45 minutos, falámos das eleições, da sua campanha e estratégia, do actual Presidente Marcelo Rebelo de Sousa e do seu desempenho, da carta de Cândido Ferreira, e de outros acontecimentos e factos relevantes à volta da corrida a Belém.Abordámos ainda os desenvolvimentos recentes à volta de questões relacionadas com Educação. A precariedade de investigadores e professores no Ensino Superior e o aumento significativo das propinas na última década, foram alguns dos tópicos sobre os quais nos debruçámos.Support the show.
Hoje temos novamente Fumaça, e conversamos com o Alexandre Farto (também conhecido por Vhils) sobre o Ativismo pela Arte.No Brasil, a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos falavam alto, em dimensão, em dinheiro, em poder, e em mediatismo. O dinheiro que traziam para o Governo era muito, e o que se gastava nele era muito também. O Rio iria ser festa dois anos seguidos, e fora do país todo o mundo se juntava à excitação. A Copa e os Jogos Olímpicos no Brasil. Quem diria que não?Ao mesmo tempo, nas ruas do Brasil, passavam e gritavam aqueles sem dimensão, sem dinheiro, e sem poder. Falavam alto, mas sem mediatismo. As sondagens mostravam que mais de metade dos brasileiros não queriam que os Jogos Olímpicos fossem no seu país e vinham eles para a rua protestar os 12 a 20 mil milhões de dólares investidos, os cortes na saúde, na educação, e os mais de 80,000 despejos em 8 anos.Por consequência da construção de um teleférico a tempo dos JO, foi a vez do Morro da Providência, a favela mais antiga do Rio, ser ameaçada. Mais de uma centena de casas foi demolida e milhares de pessoas tiveram de ser realojadas. Num projeto chamado “Providência”, Vhils, com quem conversamos hoje, eternizou os retratos de quem foi forçado a sair e cravou-os nas casas que abandonavam.Este foi apenas um das dezenas de projetos que o Alexandre Farto (também conhecido por Vhils) fez ao longo dos últimos anos, com o objetivo de trazer aos olhos do mundo aquilo que é invisível. Desde o Brasil aos protestos da Ucrânia, à Europa e à Angela Merkel, à China e em Portugal, os seus graffitis e esculturas trazem carregadas mensagens políticas e sociais. Conversámos sobre os seus diferentes projetos, mas também sobre o papel do Estado na arte e na cultura, sobre as cidades e o que lhes está invisível, sobre o pós 25 de Abril e os seus murais, e sobre como o graffiti deve ou não ser ilegal.Oiçam aqui mais um episódio.Até já,Ricardo Ribeiro.Support the show.
Conversámos com António Pedro Dores, doutorado em Sociologia pelo ISCTE, docente do ramo Sociologia da Violência, e membro da Associação Contra a Exclusão e pelo Desenvolvimento.Falámos sobre as prisões como mecanismo de discriminação e legitimação, o ciclo vicioso da institucionalização, a corrupção nos serviços prisionais e no sistema judicial, e os contornos perversos do proibicionismo.As prisões são feitas para quem? Quem são os presos? Porque não se fala das prisões?Support the show.
Conversámos com José Miguel Pereira, Professor Catedrático de Engenharia Florestal e Investigador no Centro de Estudos Florestais, no Instituto Superior de Agronomia, da Universidade de Lisboa.Abordámos as origens e consequências de focar nas estratégias de proteção civil, a desvalorização da prevenção, a complexidade de lidar com um território maioritariamente privado e fragmentado, as lógicas nos processos de reflorestação, mas sobretudo, o que não tem sido feito para proteger as florestas e a paisagem rural em Portugal.Porque se fala em fogos florestais quando há mais área ardida em pastagens e matos? Porque se sobrevaloriza o papel dos incendiários quando causam menos de 10% dos incêndios? Qual o cenário futuro do fogo em Portugal com as alterações climáticas e a evolução demográfica?Support the show.
Vais ouvir conteúdo original da Rua do Mundo, um podcast sobre política internacional com Bernardo Pires de Lima, Mónica Ferro, Rui Tavares e Sofia Lorena. A partir de Rennes, André Belo e Valeria Pansini juntam-se a uma primeira conversa sobre as eleições mais importantes do ano na Europa.Support the show.
Conheci o Pablo Capilé, fundador da Mídia Ninja, um projeto de media independente e colaborativo, em Outubro do ano passado, dias antes das eleições municipais no Brasil. O Pablo foi o convidado de uma das sessões do DocLisboa, o ciclo #ForaTemer, que juntava numa espécie de documentário vários vídeos gravados por smartphones e pelas mãos de ativistas enquanto se manifestavam antes, durante, e depois do processo de impeachment. Protestavam tanto a favor de Dilma e contra “o golpe” (como lhe chama o Pablo), como contra o governo e o aumento dos preços dos transportes públicos em algumas cidades do Brasil. Na discussão que se seguiu ao documentário, falou-se do “golpe” e o impacto que ele teve no Brasil, e também do papel da Mídia Ninja na cobertura dos movimentos sociais no Brasil como um meio alternativo que deu voz a quem não aparecia nos meios de comunicação tradicionais.Passados 3 meses, quando o assunto se já evaporou da comunicação social portuguesa, e depois de os meios tradicionais nos terem entretido com o estranho espetáculo da declaração de voto dos deputados no processo de impeachment, o É Apenas Fumaça quis aprofundar o processo e dar voz ao lado que pouco se ouviu por aqui: o lado de quem protesta nas ruas brasileiras.A 31 de Agosto de 2016, Dilma Rousseff deixou de ser Presidente do Brasil. Mas por que razão? Por corrupção? Quem liderou o processo de impeachment? Como ele aconteceu? Conversámos com o Pablo sobre isto e também sobre os protestos e ocupações que desde o ano passado acontecem, e que ainda hoje continuam; sobre a corrupção no Brasil; sobre as medidas tomadas pelo governo de Temer até hoje; sobre quem foi escolhido para fazer parte desse governo; e sobre o estado da Imprensa no país.Support the show.
Rui Tavares é historiador, tradutor, escritor e cronista. Ex-deputado ao Parlamento Europeu como independente. É fundador do Livre e foi dinamizador da candidatura do Tempo de Avançar. Hoje, é também promotor do DiEM25.Durante quase uma hora, falámos sobre a Europa, sobre o facto de termos uma união monetária mas não política, do papel do parlamento Europeu, da soberania dos povos e do futuro dos países do sul. Aprofundámos um tema que tem estado um pouco por todo lado mas que é quase sempre visto de relance, mesmo agora que tanto se fala da saída do Reino Unido da União Europeia.Support the show.
Como qualquer cidadão, uma pessoa presa tem direito a trabalhar e não pode ser obrigada a fazê-lo, se assim não o desejar. No entanto, na maioria dos casos, não recebe o mesmo pelo mesmo trabalho feito por uma pessoa livre. Longe disso. “Há pessoas presas que trabalham sete a oito horas por dia, em linhas de produção, têm hierarquia e recebem 60 euros por mês. O trabalho mais bem pago dentro da prisão não chega a cinco euros por dia – e é o Estado português que paga”, diz Marco Ribeiro Henriques, jurista e investigador em Direitos Humanos, Direito penal e Política Criminal, com especial foco no trabalho prisional e na condição das mulheres presas. Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
Os protestos contra o racismo e a brutalidade policial no que no último sábado levaram milhares de pessoas às ruas de Lisboa, Porto, Coimbra e Faro foram os maiores que alguma vez aconteceram no país. E não aconteceram apenas por causa das imagens da execução de George Floyd, em Minneapolis, nos Estados Unidos da América, assassinado por um polícia chamado Derek Chauvin, que durante oito minutos o sufocou com um joelho no pescoço. Aconteceram porque, em Portugal, as pessoas negras não têm a mesma facilidade que as pessoas brancas em ver assegurados os seus Direitos Humanos. O trabalho de Joana Gorjão Henriques valeu-lhe o Prémio Gazeta de Imprensa 2017, o mais importante galardão de jornalismo em Portugal, e premiou a sua investigação sobre racismo estrutural e institucional, em que demonstrou como o preconceito racial mina os sistemas de Justiça e Educação nacionais e trava direitos constitucionais a pessoas negras, como o acesso à habitação ou ao trabalho. Ouve a entrevista que publicámos no verão de 2018.Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
James Arthur Baldwin nasceu faz este agosto 96 anos. Aconteceu no Harlem, um bairro de Manhattan, a norte do estado de Nova Iorque. Foi um dos mais influentes artistas da sua geração e uma das personalidades mais relevantes do movimento pela igualdade dos direitos civis nos Estados Unidos da América, nas décadas de 50 e 60.  Escritor, ativista anti-racista, anti-colonialista e anti-imperialista é um autor quase desconhecido em Portugal. O pensamento e reflexões de Baldwin estavam, até há poucos anos, só acessíveis a quem percebesse inglês e soubesse da sua existência. E talvez esse renascimento só se tenha dado pela força que a imagem e o cinema têm. Em 2016, o documentário “I Am Not Your Negro” (uma co-produção francesa e estadunidense) dirigida e escrita pelo realizador haitiano Raoul Peck e narrado por Samuel L. Jackson, resgatou Baldwin do esquecimento. Por estranho que pareça, em dezembro de 2018, quando lançámos esta reportagem documental, só existia um livro seu traduzido e publicado por cá: “Se Esta Rua Falasse”, lançado pela Alfaguara. Entretanto, no ano passado, a mesma casa editou “Se o Disseres na Montanha” e, já este mês, “O Quarto de Giovanni”, mais de seis décadas depois de terem sido publicados em inglês.  O mundo discutir o racismo, o colonialismo, a escravatura nada tem de novo, como se prova pelas reflexões de Baldwin, feitas dezenas de anos. Também não é nova a ideia de que discutir estes temas e não discutir outros, como a classe, o género ou orientação sexual, exclui do debate a complexidade das desigualdades e das opressões que grupos marginalizados sempre sofreram. “Baldwin era interseccional antes de ‘interseccional’ ser uma classificação”, disse, à cadeia de televisão norte-americana NBC, Chris Freeman, linguista doutorado em língua Inglesa, professor na Universidade da Califórnia do Sul, nos Estados Unidos: “Ele é a razão porque hoje existe a palavra”. Afinal, um escritor queer e negro, como James Baldwin, contar em livro uma relação homossexual entre dois homens, em 1956, era estar muito à frente do seu tempo. Era perigoso, se pensarmos que “Lei dos Direitos Civis”, que proibia, pela primeira vez, a discriminação racial, religiosa e de género no acesso a emprego, a escolas, a espaços públicos ou ao direito ao voto nos Estados Unidos da América, só seria aprovada em 1964. Hoje, relembramos a sua vida e obra. Fiquem com a reportagem.Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
Enquanto a Europa parece, a cada legislação, solidificar a “fortaleza” de que está rodeada, deixando de fora quem foge da morte, as travessias têm ficado cada vez mais perigosas. Segundo a Organização das Nações Unidas, se, em 2015, uma em cada 42 pessoas que tentaram atravessar o Mediterrâneo para chegar à Europa morreu, em 2018, o número era de uma em cada 18. Mais de duas mil desapareceram; seis por dia. No dia 28 de março, entrevistámos Claude Moraes, eurodeputado britânico, do Partido Trabalhista. Foi eleito pela primeira vez em 1999, e é presidente, desde 2014, da Comissão de Liberdades Cívicas, Justiça e Assuntos Internos, onde a legislação sobre refugiados tem sido discutida. Claude é, ele próprio, imigrante, e tem trabalhado sobre questões de refugiados e migrações desde que iniciou a sua vida política. Falámos sobre os muros que a Europa tem construído, o aumento de poderes da Frontex, o acordo da UE com a Turquia sobre refugiados, a perseguição a ONGs de resgate de pessoas no Mar Mediterrâneo e o Brexit. Ouve aqui. Esta entrevista foi realizada em Estrasburgo, a convite do Parlamento Europeu. A conversa foi em inglês. Lê a transcrição e tradução completas em fumaca.pt. Fumaça é um projeto de jornalismo independente, progressista e dissidente de acesso livre e sem publicidade. Acreditamos que é possível ser totalmente financiados por quem nos ouve, vê ou lê. Se queres continuar a ouvir entrevistas como esta e fazer parte da nossa comunidade, contribui aqui.Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
Manuel Vicente veio para o bairro da Jamaica, no Seixal, há 23 anos. Não tinha outra alternativa. Quando chegou, não havia eletricidade, não havia gás, não havia rede de esgotos, mas havia a vontade de quem não tem outro teto. Pegou em tijolos e construiu um piso novo em cima dos pisos não acabados, mas já ocupados. Desde essa altura que exige  da Câmara Municipal do Seixal condições dignas de habitação e realojamento.   Nesta entrevista, falamos sobre essa luta, sobre a história e origens do bairro da Jamaica, de brutalidade policial e do processo de realojamento dos moradores. Ouve aqui.Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
Celso Lopes é um dos seis residentes da Cova da Moura que alega ter sido torturado na esquadra de Alfragide, na Amadora, em 2015. O caso julga agora 17 agentes da PSP por vários crimes e terá sentença anunciada no próximo 30 de abril. Nesta entrevista, conta como lhe disseram “tu vais morrer, preto do caralho”, “temos que extinguir a vossa raça”. Foi torturado, atingido com balas de borracha, pontapeado, obrigado a deitar-se numa poça com o seu próprio sangue e, para que não sofrer mais agressões, fingiu estar inconsciente. Ouve aqui. Fumaça é um projeto de jornalismo independente, progressista e dissidente de acesso livre e sem publicidade. Acreditamos que é possível ser totalmente financiados por quem nos ouve, vê ou lê. Se queres continuar a ouvir entrevistas como esta e fazer parte da nossa comunidade, contribui em http://bit.ly/2TyPKCOSupport the show: https://www.patreon.com/fumaca
Entre os dias 23 e 26 de maio, centenas de milhões de pessoas vão votar nas eleições europeias, que servirão para eleger 705 deputados e deputadas ao Parlamento Europeu. Estas eleições serão cruciais para definir que tipo de Europa existirá no futuro. Mas os próximos três meses serão também um momento importante de reflexão sobre o projeto Europeu e a política da União Europeia nos últimos anos. O Fumaça vai cobrir as eleições, escrutinando temas estruturantes da sociedade europeia. Queremos aprofundar, investigar, ir mais longe. Não queremos ser os primeiros a contar o que aconteceu, mas queremos, sim, explicar porque aconteceu. E precisamos da tua ajuda. Hoje, deixamos a votos nove temas, pré-selecionados pela nossa redação. Queremos que nos digas quais gostarias que abordássemos durante os próximos meses. Junta-te à nossa comunidade e vota para nos ajudares a escolher em que histórias trabalhar e que entrevistas fazer. O voto é exclusivo para membros da comunidade Fumaça. Se ainda não fazes parte, contribui aqui.  Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
Na noite das eleições europeias de 2019, Rita Gaspar, ativista na Humans Before Borders, e Diaby Abdourahamane, refugiado da Costa do Marfim em Portugal, desde 2007, e fundador da Associação dos Refugiados em Portugal, analisaram de que forma as políticas migratórias e de ajuda a refugiados moldaram a campanha eleitoral e vão moldar, ou não, a ação do Parlamento Europeu nos próximos anos.Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
Mário Guedes já estava à frente da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) desde abril de 2017, mas em regime de substituição. Quando foi formalmente nomeado, em agosto de 2018, com legitimidade reforçada, não durou três meses no cargo. João Galamba, chegou à secretaria de Estado da Energia e exonerou-o: “não tinha o perfil indicado”. Isto aconteceu dois dias antes da derrocada de uma pedreira em Borba, onde morreram cinco pessoas – “o facto de não ter informação em relação àquela situação é particularmente grave”, denuncia o engenheiro de minas, sobre a dificuldade em liderar um organismo público tão grande e complexo como a DGEG. Uma entrevista sobre o setor elétrico e energético nacional, a exploração de petróleo, gás natural e lítio, o “absoluto desastre” que é a lei de exploração de recursos geológicos, e a recuperação dos passivos mineiros ambientais por parte da indústria extrativa.Sabe mais: http://bit.ly/2o0WUltSupport the show: https://www.patreon.com/fumaca
A partir de 7 de Outubro de 2019, a família de Pedro Salgado pode ser despejada a qualquer momento. Mas a sua história, da companheira, Julieta Salgado, e dos três filhos, está longe de ser única. Hoje, 1 de Outubro de 2019, entra em vigor a primeira Lei de Bases da Habitação nacional. CORREÇÃO: Ao contrário do que se ouve na versão áudio, Pedro Salgado e a família poderão ter de deixar a casa a partir de 7 de outubro e não 1 de outubro. As nossas desculpas pelo erro. Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
Olá. Depois do lançamento do episódio especial de Natal 2019 do grupo de humor brasileiro Porta dos Fundos, chamado “A Primeira Tentação de Cristo”, na plataforma online Netflix, houve reações de intolerância e fortes críticas. Desde o início do mês de dezembro, mais de 2 milhões de pessoas exigiram que a comédia fosse retirada do ar, assinando uma petição. Eduardo Bolsonaro, deputado federal por São Paulo e filho de Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, escreveu no Twitter “Somos a favor da liberdade de expressão, mas vale a pena atacar a fé de 86% da população? Fica a reflexão”. Na véspera de Natal, dia 24 de dezembro, o extremismo dos fanáticos tornou-se violento: a sede da produtora da Porta dos Fundos foi atacada com cocktails Molotov. Gregório Duvivier, um dos atores e guionistas do grupo, escreveu nessa noite: “Nada vai silenciar nossa alegria - nem nossa irreverência. (…) Estamos aqui, vivíssimos. O ódio existe. Mas o amor é maior.”.Esta semana, republicamos uma entrevista sobre religião, ateísmo, os limites do humor e o riso na Bíblia. Eu e a Maria Almeida sentámo-nos, em outubro de 2016, com o humorista, guionista e escritor Ricardo Araújo Pereira. Fiquem com a entrevista.Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
Sete anos depois de Julian Assange ter entrado na embaixada do Equador, em Londres, como exilado político, o jornalista e co-fundador da Wikileaks foi removido à força e detido por autoridades britânicas, com a conivência do governo equatoriano. Pouco mais de um mês depois, as autoridades judiciais norte-americanas apresentaram 17 novas acusações contra ele, incluindo a de crime de espionagem, por a Wikileaks ter revelado centenas de milhares de documentos confidenciais sobre os abusos militares cometidos pelos Estados Unidos. Se for condenado por tudo o que é acusado, Assange arrisca uma pena de 175 anos de prisão. Será que vai ser extraditado? Para Juan Branco, um dos seus advogados, “a extradição de Julian Assange é um problema político, antes de ser um problema jurídico”. Ouve aqui a entrevista.Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
A Australis foi a Aljubarrota e à Bajouca apresentar-se ao povo. Como vão ser feitos os furos e de que forma? E como apareceu nos contratos a referência à técnica de fraturação hidráulica (fracking)? Que promessas fez a empresa? Há medo de que as águas sejam contaminadas e de que haja impactos negativos na agricultura. Na Bajouca, a maioria da população está contra o furo – e mostra-o.Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
Desde a criação da União Europeia, enquanto as fronteiras internas caíam, uma Fortaleza externa foi-se erguendo. Nesta série de três episódios, falamos sobre os muros que a Europa construiu para que imigrantes e refugiados ficassem de fora. A série "Aqulo é a Europa" sai dia 21 de maio. Subscreve a nossa newsletter ou o nosso podcast na tua aplicação de podcasts para receberes os três episódios.Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
Awni Farhat, palestiniano, nasceu e viveu em Gaza até aos 25 anos. Em 2015, conseguiu escapar ao bloqueio que, há mais de dez anos, Israel e o Egito impõe à região, deixando cerca de dois milhões de pessoas presas em 365 quilómetros quadrados, sem água potável e com a distribuição de eletricidade severamente limitada. Segundo a Organização das Nações Unidas, a continuar assim, a Faixa de Gaza não terá condições de sobrevivência dentro de dois anos, em 2020.   A família de Awni continua em Gaza mas as esperanças de que ele possa voltar são poucas. Entrevistámos Awni em Cascais, quando dois dos barcos da Flotilha da Liberdade estavam atracados em Portugal. Ele foi um dos ativistas a bordo. Ouve aqui a entrevista.Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
Esta semana foi publicada a investigação “Luanda Leaks”, que expôs décadas de negócios e esquemas que fizeram de Isabel dos Santos a mulher mais rica de África. Entre outras revelações, o desvio de 115 milhões de dólares da petrolífera estatal Sonangol para uma companhia offshore no Dubai, controlada por pessoas do círculo empresarial da filha do ex-presidente de Angola, quando esta presidia à empresa de petróleo angolana. Hoje, republicamos uma entrevista feita no final de 2018 a Manuel Dias dos Santos, historiador, membro fundador e porta-voz da Plataforma de Reflexão Angola. O também sociólogo refletia sobre a mudança de poder no país: estaríamos perante um novo regime ou, apenas, a continuação da governação de José Eduardo dos Santos, ex-Presidente, durante quase 38 anos? Fiquem com a entrevista.Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
No final de 2018, 12.867 pessoas estavam presas nos 49 estabelecimentos prisionais e 154 jovens internados nos oito centros educativos existentes em Portugal. Para quê e para quem foram construídos os serviços prisionais e de reinserção? Há um ciclo de institucionalização? O que se passa para lá muros? E deixarão alguma vez as prisões de os ter? Em 2020, o Fumaça vai investigar prisões: porque elas existem, quem as compõe e o que se passa lá dentro. Ajuda-nos a financiar este trabalho. Apoia a nossa campanha de crowdfunding aqui: http://bit.ly/2VJyIT1Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
As áreas protegidas impediram um “certo terrorismo ambiental”. Sem elas, provavelmente, hoje já não existiria a Ria Formosa e a Costa Alentejana seria “um novo Algarve”, diz o arquiteto paisagista Miguel Jerónimo, membro da direção da associação ambientalista GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente. Mas o modelo é, sobretudo, proibitivo. “Os únicos recursos que as áreas protegidas têm é, eventualmente, passar multas; tornam mais difícil, para um investidor, usar certas práticas insustentáveis. Mas elas continuam a acontecer.” Uma entrevista sobre a reforma da floresta aprovada na atual legislatura, ordenamento do território, conservação da natureza e gestão de áreas protegidas.Support the show: https://www.patreon.com/fumaca
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Podcast Details

Started
Jun 22nd, 2016
Latest Episode
Mar 5th, 2020
Release Period
Weekly
No. of Episodes
335
Avg. Episode Length
About 1 hour
Explicit
No

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