THIS IS BRAZIL

A weekly podcast
 1 person rated this podcast

Best Episodes of THIS IS BRAZIL

Mark All
Search Episodes...
“São 20 anos de ônibus clandestino, graças a Deus!” O áudio que encerra o programa de hoje é Brasil demais. Mas também falamos sobre um assalto de cocô de cachorro, da preocupação com o preço da cerveja e do Bahia, que não ganha mais por culpa do jazz. Tudo isso, para tentar amenizar a temperatura desse país que, infelizmente, queima.
O clássico arroz com feijão se distancia dos brasileiros, assim como já aconteceu com a carne, o tomate e a saúde mental geral. Começamos com um ultimato “ou vai ou racha”, seguimos com uma mãe meio confusa com a tecnologia e terminamos com mais uma revelação musical do Brasil. Uma gororoba e tanto: feia, porém saborosa. A receita? É o que tem.
Infelizmente (ou não), a necessidade fisiológica, popularmente conhecida como “número dois”, foi bastante abordada no programa de hoje. Contudo, abrimos com a esperança da heroína Maria Bethânia, enfrentamos um terremoto e até ordenamos os problemas a serem resolvidos no país. Ou seja, não vai ser um inhame deixado em uma privada alheia que vai nos impedir de salvar o Brasil.
Originalmente, a frase que dá título a esse programa, de Octávio Mangabeira, se refere à Bahia. Mas sem dúvida, se aplica ao Brasil todo. E o texto de apresentação do episódio de hoje se encerra aqui, que é para abrir um precedente novo.
“Tente outra vez”. A canção de Raul Seixas, de 1975, fala de muitas coisas, mas, sem dúvidas, é o título que define bem o nosso povo. Transporte lotado, greve, governo com distúrbios mentais graves e valores antiquados. E continua a pandemia, o auxílio ameaçado, a distância da família… Caramba, mermão! Mas ninguém desiste. Damos um jeito e tentamos de novo. E mais uma vez.
Confinados em casa, os brasileiros reinventam a rotina para suportar o tédio. Mas há momentos em que não dá para segurar a frustração: e vem a briga no condomínio, as brigas nas onipresentes lives e a briga até mesmo em uma mensagem singela para os avós. Mas aqui é Brasil. A gente vai dar um jeito. O show tem que continuar.
Os motoristas e entregadores que trabalham por aplicativos estão mantendo parte da sociedade funcionando. É a galera da correria, que trabalha muito, ganha pouco e aguenta gente chata para caramba — e às vezes precisa desabafar no WhatsApp. Porque não tem outro jeito: não dá para desistir.
É hora de deixar a esperança invadir com tudo! Mesmo os mais céticos sabem que o ano novo é mais do que “só mais um dia.” E essa virada foi diferente: mais silenciosa, com menos pessoas e o desejo de um ano normal. Ponto. Nada muito além disso. Um ano normal, sem grandes reviravoltas, nada extraordinário, com uma pizza vez ou outra, uns amigos por perto e maré mansa.
“Acaba pelo amor de Deus, acaba!” O fim de 2020 não significa que as coisas vão melhorar de um dia para o outro: mas pelo menos alimenta alguma esperança. Se o ano foi praticamente insuportável, ficou menos pior na companhia de todos vocês e das milhares (sem exagero!) de mensagens que resgataram nós mesmos do Brasil.
Aos ouvintes que nos enviam centenas de áudios escatológicos, refinados, do banheiro, da rua; desabafos, indignações, correções, mensagens de carinho e coisas sem noção: esse programa é para vocês! Brasileiros, do mundo todo, que decidiram salvar o Brasil de si mesmo junto com a gente.
O amor não correspondido, o amor na terceira idade e as juras de amor renovadas! Tem de tudo no programa de hoje, que fala de amor, mas nem parece. Esse sentimento que nem o poeta mais talentoso conseguiu traduzir, mas que pode ser visto em uvas verdes frescas, em pêndulos e pororocas.
Um programa de destino incerto, dependendo do caminho escolhido pelos ouvintes e seus áudios fortuitos. Um episódio marcado pela quebra de ordem e pela imprevisibilidade, cuja única missão é fazer rir, mas que não desconsidera os efeitos de prováveis reflexões e piadas, portanto, as causas para consequências boas -- assim, torcemos.
Pela primeira vez, temos registros das reações descontroladas de alguns candidatos derrotados. E é um festival de xingamentos: “esse povo ingrato”, que “merece comer mato”, entre outras coisas. Só porque não votou no candidato que tinha dado R$ 10,00 de gasolina, ajudado a comprar o gás e distribuído espetinho? O brasileiro é único: sabe tirar vantagem de quem pretendia tirar vantagem.
Se a festa for boa ou mais do mesmo, não importa: a ressaca sempre vem. O que muda é que às vezes fica a sensação de que não valeu a pena. Pelo menos, sobrevivemos a mais uma etapa de 2020, com pastel ou sem, e até na base da porrada. Por isso que a gente já sonha com as férias e entende que mais vale ser um patinho vivo do que uma águia no fundo do mar.
Sextar é um direito adquirido. Eu sexto, tu sextas, ele sexta (etc.) É a ação de jogar para o alto e topar qualquer coisa: afinal, você trabalhou a semana toda, você merece a cerveja morna, a baforada de cigarro da pessoa ao lado e chegar em casa tarde, de alma lavada. Ah, e Joe Biden é o novo presidente dos EUA.
NHONHO? Tá de sacanagem… Se a realidade está mais assustadora do que a ficção, é bom não vacilar e cobrir os espelhos: vem chuva com trovoada por aí! Não é possível que em um país que tenha alguém que pinte uma manga de amarelo para fingir que está madura não dê certo. E vamos comemorar porque não é sempre que a segunda-feira vai chegar!
Imbuída de brasilidade, a pessoa se prepara, respira fundo, abre espaço e consegue enfrentar qualquer obstáculo para garantir o retorno do investimento do clássico “pague um valor fixo e coma o quanto quiser.” Ainda deixa espaço para sobremesa e, claro, conta vantagem no zap.
Quanto dinheiro cabe em suas roupas íntimas? Já tivemos dólares, mas chegou a hora de alguns milhares de reais serem muito bem escondidos onde a luz não chega. As eleições estão chegando, os ânimos estão exaltados; a cUrrupção presente como sempre e a desconfiança chega até à venda de uma geladeira usada. Tá fogo, seu Armando!
Olha só que notícia boa: a República Federativa do Brasil está melhor do que nunca. Com o fim da corrupção, investigações não são mais necessárias. Além disso, os bois foram adestrados para serem bombeiros. Resta, então, comemorar com um caldinho de feijão e uma boa pimenta.
A gota de suor brota na nuca, passa para frente, desce pelo pescoço e se junta à poça que se formou na dobra de sua barriga. O calor não poupa o Brasil. Só resta mesmo reclamar (sobre tudo) no WhatsApp.
Em um mesmo programa, falamos das regras da fezinha brasileira, do imaginário do corno, do prato azul cigano e de um batom que caiu do céu. Também sobre estar tudo errado, mas, tirando tudo, tudo bem. A conclusão é que o Brasil não se põe em palavras, o Brasil se sente.
Atenção, jovens! E você que não é tão jovem também: o episódio 17 teve que ser adiado. Pulamos essa semana, mas a gente volta logo. Não desistimos de salvar o Brasil, fiquem tranquilos.
Por que sair da zona de conforto se é um jeitinho confortável que a gente procura? Ou você pode ter uma cobra em casa, ser um diferentão, e até ganhar um minuto de silêncio em homenagem futura, com direito a camisa e boné personalizados. Só tenha cuidado para não ser iludido pelos publicitários: mais vale um Jacozinho tranquilão do que um Pirulito que vai embora cedo demais. 
Os roteiristas do Brasil não param de surpreender a audiência. Nesta semana, inventaram um ciclone bomba, uma porta secreta que levava ao imprescindível álcool e carros circulando em um local “inusitado”. Contudo, não abriram mão de elementos já conhecidos da trama, como a velha fumante e o churrasco. Ninguém é de ferro.
Chegou o dia em que damos notícias sobre o fim do mundo, dicas jurídicas (ou quase) e refletimos sobre a síndrome do pequeno poder, que vai da carteirada ao corporativismo. Além disso, fica a questão: até onde podemos ir por um doce de banana?
Rate Podcast

Share This Podcast

Recommendation sent

Followers

2

Join Podchaser to...

  • Rate podcasts and episodes
  • Follow podcasts and creators
  • Create podcast and episode lists
  • & much more

Podcast Details

Created by
Nícolas Queiros e Pedro Duarte
Podcast Status
Active
Started
Mar 27th, 2020
Latest Episode
Jan 10th, 2021
Release Period
Weekly
Episodes
36
Avg. Episode Length
38 minutes
Explicit
No
Order
Episodic
Language
Portuguese

Podcast Tags

Do you host or manage this podcast?
Claim and edit this page to your liking.
Are we missing an episode or update?
Use this to check the RSS feed immediately.